segunda-feira, 1 de junho de 2026

Á descoberta do objeto descrito - 8.ºA

 


Os alunos do 8.ºA, sob orientação do professor Jorge Oliveira, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!

Conseguem adivinhar o que é???


Num lugar longínquo existia um castelo enorme, belo e com grandes muralhas à volta dele. Nesse castelo vivia uma família muito rica onde o pai era o rei e tinha duas filhas que eram as princesas. O rei chamava-se Jorge e era gordo, tinha olhos e cabelos claros e vestia sempre roupas muito luxuosas, podia ter uma boa aparência, mas era arrogante e muito ambicioso. Certo dia o rei ao acordar ouviu uma das filhas a gritar e a falar:

- Alguém me roubou o meu bem mais precioso!

Com essa gritaria apareceu uma criada para ver o que se passava, a princesa mandou logo chamar o rei, seu pai, e a criada encaminhou-se ao quarto real e dirigiu-se ao rei:

- Vossa majestade, a sua filha mais velha pediu com urgência para ir ter ao quarto dela.

Então, o rei saiu apressado do seu quarto e quando chegou aos aposentos da filha ela chorava sentada no chão.

- Pai, perdi o meu bem mais precioso.

- Vou mandar procurar por todos os lados do castelo.

Os criados do castelo começaram todos à procura do bem mais precioso da princesa.

Enquanto isso a princesa só pensava no que tinha perdido.

Depois de horas à procura, os criados encontraram várias coisas com pelo branco, mas, entre todas as coisas que encontraram, nenhuma tinha sido o que a princesa perdeu.

Esse objeto era muitas vezes calçado pela princesa, pois tinha muito significado para ela.

Mas havia um sítio que ainda ninguém tinha procurado, que era no jardim, onde estava a casota do cão. Foi nesse local que os criados, depois de muito procurarem todo o lado, finalmente foram encontrar o bem precioso da princesa.

 

Ana Carvalho, n.º 2

Matilde Ferreira, n.º4


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Num dia de sol, o Ricardo e a sua família decidiram ir à praia.

Logo de manhãzinha, pelas sete e meia o Ricardo acordou, todo ansioso, foi ao quarto da sua irmã Maria, e acordou-a. Em seguida, sorrateiramente, foram os dois acordar os seus pais.

Passado algum tempo, depois de terem tomado o pequeno almoço, entram no carro, com destino à praia.

Chegaram ao local e saíram a correr do carro. O Ricardo e a sua irmã estavam super animados para esse dia. Entretanto, já na praia, o Ricardo cansou-se de estar a apanhar sol e perguntou ao seu pai, se ele queria ir com ele dar um mergulho. O pai, que estava cheio de calor, aceitou. Deram uma pequena corrida para o mar e mergulham. O Ricardo foi um pouco mais para o fundo do que o esperado, e começou a gritar: “PAI, PAI, PAI...”. O pai ao ouvir ficou preocupado e foi ter com ele. O filho mostrou-lhe um objeto, que tinha aparência de ser uma antiguidade do Titanic, com ferrugem, pois era de ferro, e encontrava-se numa mala velha de metal. O pai, incrédulo, levou o objeto para a toalha.

Quando entardeceu, arrumaram as malas no carro. No caminho, na autoestrada, um pneu furou, o pai saiu do carro e trocou o pneu, para conseguirem seguir viagem. E assim continuaram a matutar sobre que objeto seria aquele.

 

Maria Pinto, n.º 13

Ilda Cunha, nº 8

Beatriz Martins, n.º 3


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No verão do ano passado nós, Maria e Matilde fomos ao sótão da casa da avó da Maria, numa aldeia que se situa no interior de Portugal. O sótão era escuro e cheio de caixas antigas cobertas de pó.          

Enquanto procurávamos brinquedos velhos, a Maria encontrou um objeto pequeno e redondo com uma moldura prateada já com um pouco de ferrugem. À primeira vista, parecia apenas uma peça antiga sem qualquer importância. No entanto, quando as duas olham para a base brilhante em vez de verem os seus rostos, apareceu uma imagem de um jardim desconhecido.

- Matilde, estás a ver isto? - perguntou a Maria muito assustada. 

- Ui! Realmente isto é mesmo estranho - respondeu a Matilde, tentando manter a calma.

A Maria, por ser muito curiosa, queria descobrir o significado daquela imagem. A Matilde tinha mais receio e achava que deviam ter mais cuidado. De repente a imagem desapareceu e tudo voltou ao normal, como se não tivesse acontecido. Assustadas, as duas colocaram o objeto novamente na caixa e saíram do sótão. No dia seguinte, ao voltarem ao mesmo lugar, o objeto já não se encontrava lá.

Até hoje a Maria e a Matilde perguntam-se que lugar seria aquele e porque é que naquele dia de verão algo tão simples lhes mostrou um segredo tão misterioso.

 

Matilde Ribeiro, n.º 15

Maria Aires, n.º 12


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O mundo dos gatos

Um dia o gato Biscoito estava à procura de comida pelos caixotes do lixo até que foi parar ao caixote de um restaurante chamado "Hot Flame". O restaurante "Hot Flame" começou a ser assaltado e o Biscoito aproveitou a distração e foi roubar comida. Contudo, 0 que ele não sabia era que o governo dos gatos estava lá a jantar.

Uma vez que o governo já tinha chamado a Polícia dos gatos e como biscoito estava a roubar comida, achavam que ele era o assaltante e prenderam-no.

Depois, o Biscoito foi levado ao tribunal e foi condenado a 10 anos de prisão, mas como ele se portou bem, a pena acabou por ser reduzida para 5 anos. Ainda assim, ao fim de 2 anos ele fugiu e acabou, acabando por ser capturado outra vez e condenado a experiências de laboratório.

Numa experiência em que não seria possível um gato sobreviver, O Biscoito sobreviveu e tornou-se um gato mutante, tendo agora muito mais força do que antes, conseguindo fugir pelos esgotos do laboratório. Neste processo de fuga, depois de mais de 3 horas à procura da saída, ele viu uma luz, mas que não era uma saída. Era um objeto dourado, grande, com uma haste de metal que girava muito rápido e pesa cerca de 10kg.




João Teixeira, n.º 9

Rodrigo Meireles, n.º 19


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Dois jovens caminhavam lentamente a altas horas da noite e um deles, o mais alto tinha a cara tapada e chamava-se Luís. Era magro, impulsivo, imprudente e estava sempre a arranjar problemas na escola.  

O seu melhor amigo era o outro rapaz, que se chamava João e era baixo e gordo, psicologicamente calmo, mas ansioso e não gostava de problemas. O contraste de personalidades era a principal causa das muitas discussões que os dois estavam constantemente a ter. Nessa noite os dois tinham presenciado uma coisa muito estranha e...

Luís tinha a cara queimada!

- O que vou dizer aos meus pais? - perguntou Luís.

- A verdade - disse o amigo.

- E eles vão acreditar? - perguntou Luís com impaciência.

- Talvez não, mas a verdade é sempre melhor! - disse João

Os dois tinham entrado numa casa abandonada muito estranha repleta de armas, livros numa língua desconhecida e objetos de rituais estranhos. Um desses objetos queimou Luís.

Era redondo e com um pêndulo, mas eles não conseguiram ver bem porque nesse momento houve um flash e os dois amigos desmaiaram.

No dia seguinte, quando acordou, o Luís tinha o objeto na mochila e pôde ver que era…

 

Miguel Magalhães, n.º 16



À descoberta do objeto descrito - 7.ºB

Numa aula ao ar livre de Laboratório de Narrativas, sob orientação do professor Jorge Oliveira, surgiu o desafio: criar uma história, descrevendo um objeto sem o nomear!

Conseguem adivinhar o que é???


No canto dos pássaros

acorda a manhã

e a vida floresce

leve e calma como uma folha.

 

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Era uma vez duas meninas chamadas Claudete e Marina Joaquina.

Elas foram passear na floresta.

O dia estava bonito e calmo.

De repente, viram um objeto no chão.

O objeto parecia perdido.

Elas acharam estranho ele estar ali.

Chegaram mais perto para ver melhor.

O objeto tinha uma tampa.

Era comprido e um pouco grande.

Parecia algo que alguém usava todos os dias.

Dentro, tinha algo azul e branco.

Elas viram que tinha um nome escrito.

Era o nome da amiga delas, Carol.

Então, perceberam que era dela.

As duas decidiram ajudar.

Foram procurar a amiga.

Enquanto andavam, pensavam no que podia ser.

Disseram: “É uma coisa com tampa e tem algo dentro.”

Continuaram curiosas com o objeto.

E perguntaram: “o que será isto?”

 

Ana Manuela Cardoso

Autorretrato


Inspirados pelo soneto "Magro, de olhos azuis, carão moreno", de Bocage, analisado na aula de Português, os alunos do 8.º C foram convidados a criar um autorretrato em poesia lírica.

Apresentamos os trabalhos que resultaram desse desafio em articulação com a Biblioteca!


Essência de Ana


Apresento-vos a Ana

Uma rapariga alta e simples de se ver,

Tem olhos muito grandes e castanhos

Gosta de observar e aprender


Tem cabelos longos e castanhos,

Ondulados mas pouco vistosos

Tem pés grandes e firmes

Que a ajudam a andar


É amiga e respeitosa

Gosta também de ajudar

E dá apoio a quem precisar


Com um sorriso sempre pronto,

Ilumina qualquer lugar

E esta é a Ana


Ana Teixeira, n.º1


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A minha personalidade

 

Magra, de olhos castanhos, cabelo moreno,

As vezes teimosa, mas sempre feliz,

Sorriso sempre no rosto,

Para fazer o teu dia feliz.

 

Amiga, companheira e engraçada,

Boa para ter sempre ao seu lado,

Sempre lá quando precisar.


Ana Policarpo, n.º2


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Entre cachos e impaciências

 

Apresento-vos a Beatriz

Uma menina morena

com uma altura mediana

Tem olhos castanhos, pés orelhas e nariz pequenos

 

Tem o cabelo grande,

encaracolado como um caracol

e castanho da cor do chocolate

 

É uma menina alegre quase sempre,

mas não gosta de esperar,

fica logo impaciente

se demoram a chegar

 

Gosta muito de falar,

as palavras vêm sem parar,

é como se dentro dela houvesse sempre algo a contar


Beatriz Ribeiro, n.º3


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Rapaz moreno

 

Médio, de olhos castanhos

Estatura média, cara morena

Nariz ao meio da cara

E um par de óculos nos olhos


Dinis Leite, nº4


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Diferente mas perfeito

 

Tenho olhos castanhos como nozes,

O cabelo de ouro, a Minha cara

é branca mas não como a neve.

 

As minhas Orelhas e o meu nariz são

normais, a minha Boca é pequena mas ideal.

 

Sou magro, com altura mediana os meus

Braços são finos e longos já as

minhas pernas são grandes e longas e

os meus pés são pequenos mas bonitos.

 

Eu sou alegre mas às vezes triste

Muitas vezes preterido mas raramente colocado claro 

que gosto de entoar e interpretar.


Diogo Guimarães, n.º6


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Um Jovem Guerreiro


De repente, no fundo do buraco,

Sai um jovem de cabelo cor de café,

Com uns olhos bastante arregalados

Trabalhos me descem se não tivessem esbugalhados

 

Com o porte de um atleta

E jeito de malandro

Defendo a minha baliza

Com afinco que até me espanto

 

No meio desta vida dura

Vou seguindo sem parar

Com coragem e cabeça

Aprendi a melhorar


Diogo Monteiro, n.º 7


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 O Meu Autorretrato

 

Fios cor de avelã

Olhos como azeitonas

Estatura não tão baixa como um anão,

mas nem tão alto como um gigantão.


Orelhas que dão para ouvir o suficiente

Pés medianos, que fazem o impossível

Pele morena o meu estilo de brilhar.


Corajoso porque não fujo

Trabalhador?

Estou ciente do que quero alcançar

Focado sem me desviar

E assim quero vencer

Sem o pensamento crítico esquecer


Simpático e Amigo sei que sou

E tão fiel que nunca abandono os verdadeiros amigos

Bem disposto e sempre com sorriso,

Mas às vezes com pouco juízo.


Duarte Teixeira, n.º8 


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Cabelo castanho e pequeno

Olhos castanhos como uma castanha

Nariz pequeno no meio da cara,

Orelhas pequenas

 E uso óculos.

 

Sou feliz contente

Mas também sou triste

Gosto de um bom sossego

E às vezes gosto de ficar sozinho


Francisco Fernandes Pinto, n.º9


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De estatura alta com cabelos morenos

olhos castanhos mas um sorriso difícil de encontrar

de riso aberto e de um segredo interior

feliz por fora mas a aprender a resistir


Hugo Nunes, n.º12


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Sou alto e magro

Cabelo curto e castanho

Sobrancelhas definidas

Olhos escuros e tranquilos


José Marinho, nº13


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Quem é a Leticia?


Apresento-vos a Letícia

Uma menina morena

De altura mediana

Tem o cabelo ondulado e comprido

 

Grandes passos não são como ela

Pois tem pés pequenos

Os olhos são castanhos

Como as castanhas no S. Martinho

 

Sempre alegre

E se lhe propuserem conversa

Ui! Então, nunca mais se cala!

 

Mas não a chateiem muito, pois

A paciência dela não é a melhor

E por vezes,

Parece que tem um parafuso a menos!

 

A Letícia é uma menina alegre

E sempre pronta a ajudar

Um dia irão conhecê-la!


Letícia Azevedo, n.º15


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Retrato de mim

 

Tenho cabelo castanho claro

e olhos da cor do café.

A minha pele é bem clara,

e sorrio sempre que der.

 

Sou simples e divertida,

gosto muito da minha vida,

e vivo feliz todo o dia.

 

Gosto de rir e brincar,

mesmo sem ter razão.

Sou feliz no meu jeito,

e levo luz no coração.


Maria Magalhães, n.º16


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Rapazinho de olhos verdes     

                                          

Gordinho de olhos verdes de carão branco,

Bem servido de pés, meão de cara,

Alegre de rosto, o mesmo de figura,

Nariz baixo no meio e sim pequeno.

 

Para psicológico,

Sou quase lógico,

Sou muito sociológico,

E um pouco ideológico.

 

Devoto para a cozinha,

Quase sempre,

E também para os animais.

 

Eis um rapazinho em quem brilha pouco talento,

Saíram dele estas verdades,

Num dia em que achava uma seca.


Martim Leite, n.º17

 

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Magro, de olhos castanhos

Moreno, mal servido de pés

Nariz pequeno cara feliz

E olhos grandes

Comporto-me bem

Não maltrato ninguém

Sou pacífico

E tranquilo

Gosto de desporto

Gosto de jogar

E Gosto de brincar com o mano

Sou um bom filho

Um bom irmão

E uma boa pessoa por sinal

 

Pedro Pereira, n.º19

 

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Cabelo preto como a noite

Olhos verdes como um jardim

Estatura média para um adolescente

 

Pedro Mendes, n.º20