Os alunos do 8.ºA, sob orientação do professor Jorge Oliveira, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!
Conseguem adivinhar o que é???
Num lugar longínquo existia um
castelo enorme, belo e com grandes muralhas à volta dele. Nesse castelo vivia
uma família muito rica onde o pai era o rei e tinha duas filhas que eram as
princesas. O rei chamava-se Jorge e era gordo, tinha olhos e cabelos claros e
vestia sempre roupas muito luxuosas, podia ter uma boa aparência, mas era
arrogante e muito ambicioso. Certo dia o rei ao acordar ouviu uma das filhas a
gritar e a falar:
- Alguém me roubou o meu bem mais
precioso!
Com essa gritaria apareceu uma criada
para ver o que se passava, a princesa mandou logo chamar o rei, seu pai, e a
criada encaminhou-se ao quarto real e dirigiu-se ao rei:
- Vossa majestade, a sua filha
mais velha pediu com urgência para ir ter ao quarto dela.
Então, o rei saiu apressado do
seu quarto e quando chegou aos aposentos da filha ela chorava sentada no chão.
- Pai, perdi o meu bem mais
precioso.
- Vou mandar procurar por todos os
lados do castelo.
Os criados do castelo começaram
todos à procura do bem mais precioso da princesa.
Enquanto isso a princesa só
pensava no que tinha perdido.
Depois de horas à procura, os
criados encontraram várias coisas com pelo branco, mas, entre todas as coisas que
encontraram, nenhuma tinha sido o que a princesa perdeu.
Esse objeto era muitas vezes
calçado pela princesa, pois tinha muito significado para ela.
Mas havia um sítio que ainda
ninguém tinha procurado, que era no jardim, onde estava a casota do cão. Foi
nesse local que os criados, depois de muito procurarem todo o lado, finalmente
foram encontrar o bem precioso da princesa.
Ana Carvalho, n.º 2
Matilde Ferreira, n.º4
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Num dia de sol, o Ricardo e a sua
família decidiram ir à praia.
Logo de manhãzinha, pelas sete e
meia o Ricardo acordou, todo ansioso, foi ao quarto da sua irmã Maria, e
acordou-a. Em seguida, sorrateiramente, foram os dois acordar os seus pais.
Passado algum tempo, depois de
terem tomado o pequeno almoço, entram no carro, com destino à praia.
Chegaram ao local e saíram a
correr do carro. O Ricardo e a sua irmã estavam super animados para esse dia.
Entretanto, já na praia, o Ricardo cansou-se de estar a apanhar sol e perguntou
ao seu pai, se ele queria ir com ele dar um mergulho. O pai, que estava cheio
de calor, aceitou. Deram uma pequena corrida para o mar e mergulham. O Ricardo
foi um pouco mais para o fundo do que o esperado, e começou a gritar: “PAI,
PAI, PAI...”. O pai ao ouvir ficou preocupado e foi ter com ele. O filho
mostrou-lhe um objeto, que tinha aparência de ser uma antiguidade do Titanic,
com ferrugem, pois era de ferro, e encontrava-se numa mala velha de metal. O
pai, incrédulo, levou o objeto para a toalha.
Quando entardeceu, arrumaram as
malas no carro. No caminho, na autoestrada, um pneu furou, o pai saiu do carro
e trocou o pneu, para conseguirem seguir viagem. E assim continuaram a matutar
sobre que objeto seria aquele.
Maria Pinto, n.º 13
Ilda Cunha, nº 8
Beatriz Martins, n.º 3
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No verão do ano passado nós,
Maria e Matilde fomos ao sótão da casa da avó da Maria, numa aldeia que se
situa no interior de Portugal. O sótão era escuro e cheio de caixas antigas cobertas
de pó.
Enquanto procurávamos brinquedos velhos, a
Maria encontrou um objeto pequeno e redondo com uma moldura prateada já com um
pouco de ferrugem. À primeira vista, parecia apenas uma peça antiga sem
qualquer importância. No entanto, quando as duas olham para a base brilhante em
vez de verem os seus rostos, apareceu uma imagem de um jardim desconhecido.
- Matilde, estás a ver isto? - perguntou a
Maria muito assustada.
- Ui! Realmente isto é mesmo
estranho - respondeu a Matilde, tentando manter a calma.
A Maria, por ser muito curiosa,
queria descobrir o significado daquela imagem. A Matilde tinha mais receio e
achava que deviam ter mais cuidado. De repente a imagem desapareceu e tudo
voltou ao normal, como se não tivesse acontecido. Assustadas, as duas colocaram
o objeto novamente na caixa e saíram do sótão. No dia seguinte, ao voltarem ao
mesmo lugar, o objeto já não se encontrava lá.
Até hoje a Maria e a Matilde
perguntam-se que lugar seria aquele e porque é que naquele dia de verão algo
tão simples lhes mostrou um segredo tão misterioso.
Matilde Ribeiro, n.º 15
Maria Aires, n.º 12
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O mundo dos gatos
Um dia o gato Biscoito estava à
procura de comida pelos caixotes do lixo até que foi parar ao caixote de um
restaurante chamado "Hot Flame". O restaurante "Hot Flame"
começou a ser assaltado e o Biscoito aproveitou a distração e foi roubar
comida. Contudo, 0 que ele não sabia era que o governo dos gatos estava lá a
jantar.
Uma vez que o governo já tinha
chamado a Polícia dos gatos e como biscoito estava a roubar comida, achavam que
ele era o assaltante e prenderam-no.
Depois, o Biscoito foi levado ao
tribunal e foi condenado a 10 anos de prisão, mas como ele se portou bem, a pena
acabou por ser reduzida para 5 anos. Ainda assim, ao fim de 2 anos ele fugiu e
acabou, acabando por ser capturado outra vez e condenado a experiências de
laboratório.
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Dois jovens caminhavam lentamente a altas horas da noite e um deles, o mais alto tinha a cara tapada e chamava-se Luís. Era magro, impulsivo, imprudente e estava sempre a arranjar problemas na escola.
O seu melhor amigo era o outro rapaz, que se chamava João e era baixo e gordo, psicologicamente calmo, mas ansioso e não gostava de problemas. O contraste de personalidades era a principal causa das muitas discussões que os dois estavam constantemente a ter. Nessa noite os dois tinham presenciado uma coisa muito estranha e...
Luís tinha a cara queimada!
- O que vou dizer aos meus pais? - perguntou
Luís.
- A verdade - disse o amigo.
- E eles vão acreditar? - perguntou
Luís com impaciência.
- Talvez não, mas a verdade é
sempre melhor! - disse João
Os dois tinham entrado numa casa abandonada muito estranha repleta de armas, livros numa língua desconhecida e objetos de rituais estranhos. Um desses objetos queimou Luís.
Era redondo e com um pêndulo, mas eles não conseguiram ver bem porque nesse momento houve um flash e os dois amigos desmaiaram.
No dia seguinte, quando acordou,
o Luís tinha o objeto na mochila e pôde ver que era…
Miguel Magalhães, n.º 16


