Os alunos do 9.º ano realizaram infográficos nas aulas de TIC, contendo informações sobre um dos livros lidos nas diferentes disciplinas, no âmbito do projeto "10 Minutos a Ler".
Os alunos do 9.º ano realizaram infográficos nas aulas de TIC, contendo informações sobre um dos livros lidos nas diferentes disciplinas, no âmbito do projeto "10 Minutos a Ler".
Os alunos do 8.º D, sob orientação do professor Jorge Oliveira, no Laboratório de Narrativas, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!
Conseguem adivinhar o que é???
O Mistério das Piscinas de Aljustrel
Era julho e estavam quase 40 graus em
Aljustrel. Daquele calor absurdo que faz, até os pombos parecerem cansados.
Nós, eu e a Francisca, decidimos ir às Piscinas Municipais de Aljustrel porque
pensámos: “vai ser tranquilo, temos entrada grátis e tudo”.
Claramente fomos ingénuas.
Mal chegámos já havia caos. Crianças a correr,
pessoas a discutir por sombras minúsculas e um senhor a reclamar que
“antigamente é que as piscinas eram boas”. Em menos de vinte minutos a
Francisca já tinha perdido os chinelos, eu levei com uma bola na cabeça e vimos
um homem adormecer numa boia em forma de flamingo.
Mas a parte estranha começou perto do bar.
Havia uma coisa pousada numa das mesas. Não percebíamos exatamente o que era. Parecia normal… mas ao mesmo tempo, parecia completamente fora do sítio. Algumas pessoas olhavam fixamente para aquilo e outras fingiam que não existia. A Francisca olhou para mim e disse:
- Tenho um pressentimento que vai acontecer
alguma coisa.
Antes
que conseguisse responder, apareceu o nadador-salvador Tiago a correr na nossa
direção:
- Não toquem nisso!!
Toda a gente ficou em silêncio. Uma criança
até deixou cair um Calippo no chão. Perguntámos porquê e ele respondeu:
- Porque da última vez apareceu o javali.
Nós
começámos logo a rir porque achámos que ele estava a gozar connosco. Mas de
repente ouvimos um barulho vindo dos arbustos. Depois outro. E do meio dos
arbustos saiu literalmente um javali enorme. Molhado. E com óculos de sol
presos na cabeça. O caos começou imediatamente. Uma senhora gritou:
- AUGUSTO
PEGA NAS TOALHAS!
Uma
criança começou a aplaudir. O homem da boia flamingo continuou a dormir sem
perceber absolutamente nada. O javali caminhou calmamente pelas piscinas como
se tivesse entrada VIP. Nós já nem conseguíamos respirar de tanto rir. O Tiago
apontou para aquela coisa misteriosa perto do bar e disse:
- Ele veio buscar isso. Nós perguntámos:
- O QUE É ISSO? - mas ele respondeu:
- Ninguém sabe. Só aparece todos os verões e
coisas absurdas começam a acontecer.
Nessa altura, o javali aproximou-se da mesa,
olhou para nós e depois deu uma pequena cabeçada naquela coisa. As luzes das
piscinas desligaram-se. A máquina dos gelados começou a tocar música
brasileira. E o altifalante anunciou:
- Atenção utentes, alguém deixou uma sande de
atum no balneário feminino.
A
Francisca caiu no chão a rir-se e eu honestamente já nem sabia o que estava a
acontecer. Depois disso, o javali pegou cuidadosamente na coisa misteriosa e
voltou para os arbustos como se nada fosse. Tudo ficou normal outra vez. As
luzes voltaram. A música parou. E o homem da boia flamingo acordou finalmente
só para perguntar:
- Já
começou a hidroginástica?
Até hoje ninguém percebeu o que aconteceu
naquele dia nas Piscinas de Aljustrel. Mas nós temos quase a certeza de uma
coisa: quando o calor chega aos 40 graus… o javali volta. Devem estar a
perguntar-se “mas o que era essa tal coisa??”
Então…era
um incrível…!!!!!
Francisca
Teixeira e Margarida Magalhães
Os alunos do 8.º C, sob orientação do professor Jorge Oliveira, no Laboratório de Narrativas, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!
Conseguem adivinhar o que é???
Num dia chuvoso, o Rui decidiu
arrumar um sítio de que tinha medo - o seu sótão. Ele nunca lá tinha ido porque
sempre achou que estava cheio de aranhas e de centopeias. Então, ele decidiu
preparar-se com um fato de treino, luvas, uma máscara, um gorro, umas galochas,
um pano e uma lanterna.
Quando Rui ia a meio do processo de limpeza,
decidiu limpar uma arca velha, suja e arranhada. Decidiu abri-la, mas com calma,
pois tinha medo que uma aranha ou centopeia lhe saltasse para a cara. Contudo,
em vez de aranhas e centopeias, tinha muitas roupas e joias, mas, depois de remexer
um pouco mais, encontrou um objeto que parecia ser revestido de ouro, com
pequenas luas que se conectavam e um círculo verde, grande e esbelto.
Quando viu esse objeto, o Rui começou a chorar,
pois aquilo era muito importante para ele.
Sabes o que é?
Dinis Leite n.º 4, Dinis Teixeira n.º 5, Diogo Guimarães n.º 6, Diogo Monteiro n.º7, Duarte Teixeira n.º8, Francisco Fernandes n.º 9, Hugo Nunes n.º 12 e Pedro Pereira n.º 19
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Lá estava eu a descobrir esta
nova ilha incrível e encontrei o objeto mais espantoso e mais magnífico visto
na face do universo (sim do universo! Estão a perceber o quão incrível era?).
Subi ao monte onde vi este
objeto, que parecia ser um objeto normal, mas na verdade era um caminho cheio
de surpresas para o resto da vida. Eu fiquei muito lisonjeada, pois sabia que
este era um objeto único (literalmente). Fui vê-lo mais de perto e fiquei
maravilhada com a vegetação que o objeto tinha e fiquei muito contente por tê-lo encontrado.
Letícia Azevedo, n.º 15
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Sou pequeno, mas posso guardar
mundos inteiros dentro de mim.
Viajo contigo para todo o lado,
quase sempre escondido num bolso ou numa mochila.
Quando fico sem energia, torno-me
quase inútil.
Consigo mostrar imagens, tocar músicas, fazer chamadas e até ajudar nos trabalhos da escola.
Muitas pessoas passam horas a
olhar para mim todos os dias.
Sem mim, alguns sentem-se
perdidos.
O que sou eu?
Martim Leite, n.º 17