quarta-feira, 3 de junho de 2026

À descoberta do objeto descrito - 8.ºC

Os alunos do 8.º C, sob orientação do professor Jorge Oliveira, no Laboratório de Narrativas, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!

Conseguem adivinhar o que é???


 Num dia chuvoso, o Rui decidiu arrumar um sítio de que tinha medo - o seu sótão. Ele nunca lá tinha ido porque sempre achou que estava cheio de aranhas e de centopeias. Então, ele decidiu preparar-se com um fato de treino, luvas, uma máscara, um gorro, umas galochas, um pano e uma lanterna.

 Quando Rui ia a meio do processo de limpeza, decidiu limpar uma arca velha, suja e arranhada. Decidiu abri-la, mas com calma, pois tinha medo que uma aranha ou centopeia lhe saltasse para a cara. Contudo, em vez de aranhas e centopeias, tinha muitas roupas e joias, mas, depois de remexer um pouco mais, encontrou um objeto que parecia ser revestido de ouro, com pequenas luas que se conectavam e um círculo verde, grande e esbelto.

 Quando viu esse objeto, o Rui começou a chorar, pois aquilo era muito importante para ele.

Sabes o que é?


Dinis Leite n.º 4, Dinis Teixeira n.º 5, Diogo Guimarães n.º 6,  Diogo Monteiro n.º7, Duarte Teixeira n.º8, Francisco Fernandes n.º 9, Hugo Nunes n.º 12 e Pedro Pereira n.º 19


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Lá estava eu a descobrir esta nova ilha incrível e encontrei o objeto mais espantoso e mais magnífico visto na face do universo (sim do universo! Estão a perceber o quão incrível era?).

Subi ao monte onde vi este objeto, que parecia ser um objeto normal, mas na verdade era um caminho cheio de surpresas para o resto da vida. Eu fiquei muito lisonjeada, pois sabia que este era um objeto único (literalmente). Fui vê-lo mais de perto e fiquei maravilhada com a vegetação que o objeto tinha e fiquei muito contente por tê-lo encontrado.


Letícia Azevedo, n.º 15


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Sou pequeno, mas posso guardar mundos inteiros dentro de mim.

Viajo contigo para todo o lado, quase sempre escondido num bolso ou numa mochila.

Quando fico sem energia, torno-me quase inútil.

Consigo mostrar imagens, tocar músicas, fazer chamadas e até ajudar nos trabalhos da escola.

Muitas pessoas passam horas a olhar para mim todos os dias.

Sem mim, alguns sentem-se perdidos.

O que sou eu?

 

Martim Leite, n.º 17


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