Os alunos do 8.º C, sob orientação do professor Jorge Oliveira, no Laboratório de Narrativas, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!
Conseguem adivinhar o que é???
Num dia chuvoso, o Rui decidiu
arrumar um sítio de que tinha medo - o seu sótão. Ele nunca lá tinha ido porque
sempre achou que estava cheio de aranhas e de centopeias. Então, ele decidiu
preparar-se com um fato de treino, luvas, uma máscara, um gorro, umas galochas,
um pano e uma lanterna.
Quando Rui ia a meio do processo de limpeza,
decidiu limpar uma arca velha, suja e arranhada. Decidiu abri-la, mas com calma,
pois tinha medo que uma aranha ou centopeia lhe saltasse para a cara. Contudo,
em vez de aranhas e centopeias, tinha muitas roupas e joias, mas, depois de remexer
um pouco mais, encontrou um objeto que parecia ser revestido de ouro, com
pequenas luas que se conectavam e um círculo verde, grande e esbelto.
Quando viu esse objeto, o Rui começou a chorar,
pois aquilo era muito importante para ele.
Sabes o que é?
Dinis Leite n.º 4, Dinis Teixeira n.º 5, Diogo Guimarães n.º 6, Diogo Monteiro n.º7, Duarte Teixeira n.º8, Francisco Fernandes n.º 9, Hugo Nunes n.º 12 e Pedro Pereira n.º 19
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Lá estava eu a descobrir esta
nova ilha incrível e encontrei o objeto mais espantoso e mais magnífico visto
na face do universo (sim do universo! Estão a perceber o quão incrível era?).
Subi ao monte onde vi este
objeto, que parecia ser um objeto normal, mas na verdade era um caminho cheio
de surpresas para o resto da vida. Eu fiquei muito lisonjeada, pois sabia que
este era um objeto único (literalmente). Fui vê-lo mais de perto e fiquei
maravilhada com a vegetação que o objeto tinha e fiquei muito contente por tê-lo encontrado.
Letícia Azevedo, n.º 15
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Sou pequeno, mas posso guardar
mundos inteiros dentro de mim.
Viajo contigo para todo o lado,
quase sempre escondido num bolso ou numa mochila.
Quando fico sem energia, torno-me
quase inútil.
Consigo mostrar imagens, tocar músicas, fazer chamadas e até ajudar nos trabalhos da escola.
Muitas pessoas passam horas a
olhar para mim todos os dias.
Sem mim, alguns sentem-se
perdidos.
O que sou eu?
Martim Leite, n.º 17

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