Os alunos do 8.ºB, sob orientação do professor Jorge Oliveira, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!
Conseguem adivinhar o que é???
Estava na sala de aula quando vi algo no chão, debaixo de uma
mesa. Era pequeno, leve e fácil de segurar.
Tinha uma forma simples, geralmente retangular. Já estava um
pouco gasto de tanto uso e tinha marcas de lápis por todo o lado.
Quando passei numa folha escrita, ao esfregar, as letras começaram a desaparecer, a deixar o papel limpo outra vez.
Mariana Ferreira da Costa
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Estou prestes a encontrar o objeto que tenho andado a procurar.
Objetos como ele há de muitas cores todos têm a mesma função,
sem ele a vida seria disfuncional sem qualquer ritual.
Este objeto que estou a pensar tem diversas versões e com
várias combinações.
À medida que o tempo passa, ouvimos tic-tac, tic-tac, tic-tac…
Um objeto
secreto
Para o nome do meu objeto
encontrar
Este poema irão ter de
interpretar
este objeto é pequeno
mas pode causar dano extremo
Muito usado na cozinha
deixa a comida fininha
feita de aço
Corta num só traço
Tem de ser manuseado com cuidado
senão irás ser cortado
e cortado significa aleijado
Muito conhecida em filmes de
terror
É conhecido por causar dor
Então, o nome dela conseguirão supor
Hélder Espanhol
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Era uma vez um bruxo que vivia nos campos da Escócia, sozinho, triste e a ter uma rotina repetitiva.
Para ocupar sua mente, num determinado dia chuvoso e nublado, estava a testar novos tipos de poções, mas uma delas chamou mais atenção. A poção mostrava visões sobre o futuro de 1 hora e lá ele viu uma mulher charmosa, delicada como algodão e de olhos azuis como o oceano. Ela estava a passear perto da cabana e o mesmo ficou todo animado e foi se preparar.
Para um bruxo, ele estava aprumado demais e preparou-se levando consigo um objeto pequenino, circular e sem meio. No topo, havia um pequeno diamante brilhante que brilhava como o sol.
Isaac Assunção
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Saí de casa sem plano, só para
andar um pouco e arejar a cabeça. Fui seguindo ruas conhecidas até me afastar
para uma zona mais calma, com um caminho de terra entre vegetação baixa.
Foi aí que reparei numa coisa no
chão, meio escondida.
Aproximei-me e agachei-me. Era um
objeto pequeno, irregular, com superfície áspera e sem qualquer brilho. Tinha
tons acinzentados misturados com castanho, como algo moldado pelo tempo e pelo
contacto constante com o exterior. Era sólido, pesado para o tamanho, e
completamente frio ao toque.
Não tinha marcas claras nem
sinais de ter sido trabalhado. Parecia simplesmente ter estado ali há muito
tempo.
Não fazia grande sentido, mas acabei por levá-lo comigo.
Matilde Alegria
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Uma história por acabar
Era uma tarde de névoa, onde o vento corria pela cidade de Mallash. Os
bancos castanhos ao lado da praça principal, estavam húmidos; os pássaros
estavam no ninho e as águas do mar subiam. Depois de um longo dia, as ruas
encheram-se de carros a buzinar, bicicletas e pessoas a caminhar.
Mia vinha da escola, com a sua mochila colorida, o seu arco na cabeça e
um vestido d’inverno. Os seus cabelos castanhos claros eram conduzidos pelo
vento enquanto caminhava pelas ruas.
Passados vinte e cinco minutos, Mia atravessava a ponte que dava entrada
à sua casa, atrás dos campos de milho. Então foi ter com a sua avó e esta
disse-lhe:
- Mia, guarda isto que vem sendo guardado de geração em geração, mas
nunca te esqueças de nunca o mostrar a ninguém.
Mia olhou para o pequeno objeto. Era um objeto com um pequeno fio para
poder amarrar em seu pulso, com uma pedra azul e pérolas à volta daquela pedra
que reluzia à luz do dia. Prometeu guardá-la e nunca mostrar a ninguém.
Entretanto a luz do dia voltou a nascer e Mia, com curiosidade, foi
questionar a sua avó da razão pela qual tal objeto não podia ser revelado. A
avó deixou a questão no ar e nunca foi explicado à Mia a importância de tal
coisa.
O tempo passou, Mia cresceu e ainda guardava o seu objeto dentro de uns
sapatos guardados na caixa.
Após três meses Mia teve de viajar e a história ficou por contar.
Clara Monteiro
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Um Rolo na mão sinto o aperto
um cubo leve que vais atirar.
Bato na mesa o azar é certo
antes do mundo me ver parar.
Furos nas faces sorte ou castigo
sou só o plástico que cai no
chão.
Se o jogo aperta conta comigo
para o sucesso ou para a desilusão
Rodrigo Faria
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Objeto que muitas formas pode ter
Muitas coisas nele podes ver
Este serve para refletir
E gosta de te ver sorrir
Diversas cores ele pode ter
É só olhar e escolher
Vê-te todos os dias antes de sair
de casa
E imita qualquer coisa que a
pessoa faça
Partido ele vai ficar
Se não vires onde o estás a
deixar
Vê-te ao longo da tua vida
Está sempre atento à tua volta e
à tua ida
Vê-te crescer
Sabe tudo o que estás a fazer
Leonor Ribeiro Faria
