terça-feira, 2 de junho de 2026

À descoberta do objeto descrito - 8.ºB

Os alunos do 8.ºB, sob orientação do professor Jorge Oliveira, criaram histórias descrevendo um objeto sem o nomear!

Conseguem adivinhar o que é???


Estava na sala de aula quando vi algo no chão, debaixo de uma mesa. Era pequeno, leve e fácil de segurar.

Tinha uma forma simples, geralmente retangular. Já estava um pouco gasto de tanto uso e tinha marcas de lápis por todo o lado.

Quando passei numa folha escrita, ao esfregar, as letras começaram a desaparecer, a deixar o papel limpo outra vez.

Mariana Ferreira da Costa

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Estou prestes a encontrar o objeto que tenho andado a procurar.

Objetos como ele há de muitas cores todos têm a mesma função, sem ele a vida seria disfuncional sem qualquer ritual.

Este objeto que estou a pensar tem diversas versões e com várias combinações.

À medida que o tempo passa, ouvimos tic-tac, tic-tac, tic-tac…

Chegamos à conclusão e sem confusão concluímos com razão que o objeto é…

Leonor Maria Moniz Vieira

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Um objeto secreto


Para o nome do meu objeto encontrar

Este poema irão ter de interpretar

este objeto é pequeno

mas pode causar dano extremo

 

Muito usado na cozinha

deixa a comida fininha

feita de aço

Corta num só traço

 

Tem de ser manuseado com cuidado

senão irás ser cortado

e cortado significa aleijado

 

Muito conhecida em filmes de terror

É conhecido por causar dor

Então, o nome dela conseguirão supor

Hélder Espanhol

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Era uma vez um bruxo que vivia nos campos da Escócia, sozinho, triste e a ter uma rotina repetitiva. 

Para ocupar sua mente, num determinado dia chuvoso e nublado, estava a testar novos tipos de poções, mas uma delas chamou mais atenção. A poção mostrava visões sobre o futuro de 1 hora e lá ele viu uma mulher charmosa, delicada como algodão e de olhos azuis como o oceano. Ela estava a passear perto da cabana e o mesmo ficou todo animado e foi se preparar. 

Para um bruxo, ele estava aprumado demais e preparou-se levando consigo um objeto pequenino, circular e sem meio. No topo, havia um pequeno diamante brilhante que brilhava como o sol.

 Isaac Assunção

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Saí de casa sem plano, só para andar um pouco e arejar a cabeça. Fui seguindo ruas conhecidas até me afastar para uma zona mais calma, com um caminho de terra entre vegetação baixa.

Foi aí que reparei numa coisa no chão, meio escondida.

Aproximei-me e agachei-me. Era um objeto pequeno, irregular, com superfície áspera e sem qualquer brilho. Tinha tons acinzentados misturados com castanho, como algo moldado pelo tempo e pelo contacto constante com o exterior. Era sólido, pesado para o tamanho, e completamente frio ao toque.

Não tinha marcas claras nem sinais de ter sido trabalhado. Parecia simplesmente ter estado ali há muito tempo.

Não fazia grande sentido, mas acabei por levá-lo comigo.

Matilde Alegria

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Uma história por acabar


   Era uma tarde de névoa, onde o vento corria pela cidade de Mallash. Os bancos castanhos ao lado da praça principal, estavam húmidos; os pássaros estavam no ninho e as águas do mar subiam. Depois de um longo dia, as ruas encheram-se de carros a buzinar, bicicletas e pessoas a caminhar.

   Mia vinha da escola, com a sua mochila colorida, o seu arco na cabeça e um vestido d’inverno. Os seus cabelos castanhos claros eram conduzidos pelo vento enquanto caminhava pelas ruas.

   Passados vinte e cinco minutos, Mia atravessava a ponte que dava entrada à sua casa, atrás dos campos de milho. Então foi ter com a sua avó e esta disse-lhe:

   - Mia, guarda isto que vem sendo guardado de geração em geração, mas nunca te esqueças de nunca o mostrar a ninguém.

   Mia olhou para o pequeno objeto. Era um objeto com um pequeno fio para poder amarrar em seu pulso, com uma pedra azul e pérolas à volta daquela pedra que reluzia à luz do dia. Prometeu guardá-la e nunca mostrar a ninguém.

   Entretanto a luz do dia voltou a nascer e Mia, com curiosidade, foi questionar a sua avó da razão pela qual tal objeto não podia ser revelado. A avó deixou a questão no ar e nunca foi explicado à Mia a importância de tal coisa.

   O tempo passou, Mia cresceu e ainda guardava o seu objeto dentro de uns sapatos guardados na caixa.

   Após três meses Mia teve de viajar e a história ficou por contar.

 Clara Monteiro

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Um Rolo na mão sinto o aperto

um cubo leve que vais atirar.

Bato na mesa o azar é certo

antes do mundo me ver parar.

 

Furos nas faces sorte ou castigo

sou só o plástico que cai no chão.

Se o jogo aperta conta comigo

para o sucesso ou para a desilusão

Rodrigo Faria

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Objeto que muitas formas pode ter

Muitas coisas nele podes ver

Este serve para refletir

E gosta de te ver sorrir


Diversas cores ele pode ter

É só olhar e escolher

Vê-te todos os dias antes de sair de casa

E imita qualquer coisa que a pessoa faça


Partido ele vai ficar

Se não vires onde o estás a deixar

Vê-te ao longo da tua vida


Está sempre atento à tua volta e à tua ida

Vê-te crescer

Sabe tudo o que estás a fazer

Leonor Ribeiro Faria


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