Inspirados pelo soneto "Magro, de olhos azuis, carão moreno", de Bocage, analisado na aula de Português, os alunos do 8.º C foram convidados a criar um autorretrato em poesia lírica.
Apresentamos os trabalhos que resultaram desse desafio em articulação com a Biblioteca!
Essência de Ana
Apresento-vos
a Ana
Uma
rapariga alta e simples de se ver,
Tem
olhos muito grandes e castanhos
Gosta
de observar e aprender
Tem
cabelos longos e castanhos,
Ondulados
mas pouco vistosos
Tem
pés grandes e firmes
Que a
ajudam a andar
É
amiga e respeitosa
Gosta
também de ajudar
E dá
apoio a quem precisar
Com um
sorriso sempre pronto,
Ilumina
qualquer lugar
E esta
é a Ana
Ana Teixeira, n.º1
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A minha personalidade
Magra,
de olhos castanhos, cabelo moreno,
As
vezes teimosa, mas sempre feliz,
Sorriso
sempre no rosto,
Para
fazer o teu dia feliz.
Amiga,
companheira e engraçada,
Boa
para ter sempre ao seu lado,
Sempre
lá quando precisar.
Ana
Policarpo, n.º2
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Entre
cachos e impaciências
Apresento-vos
a Beatriz
Uma
menina morena
com
uma altura mediana
Tem
olhos castanhos, pés orelhas e nariz pequenos
Tem o
cabelo grande,
encaracolado
como um caracol
e
castanho da cor do chocolate
É uma
menina alegre quase sempre,
mas
não gosta de esperar,
fica
logo impaciente
se
demoram a chegar
Gosta
muito de falar,
as
palavras vêm sem parar,
é como
se dentro dela houvesse sempre algo a contar
Beatriz Ribeiro, n.º3
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Rapaz moreno
Médio, de olhos castanhos
Estatura média, cara morena
Nariz ao meio da cara
E um par de óculos nos olhos
Dinis Leite, nº4
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Diferente
mas perfeito
Tenho
olhos castanhos como nozes,
O
cabelo de ouro, a Minha cara
é branca mas não como a neve.
As
minhas Orelhas e o meu nariz são
normais, a minha Boca é pequena mas ideal.
Sou
magro, com altura mediana os meus
Braços
são finos e longos já as
minhas
pernas são grandes e longas e
os
meus pés são pequenos mas bonitos.
Eu sou
alegre mas às vezes triste
Muitas
vezes preterido mas raramente colocado claro
que
gosto de entoar e interpretar.
Diogo Guimarães, n.º6
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Um
Jovem Guerreiro
De
repente, no fundo do buraco,
Sai um
jovem de cabelo cor de café,
Com
uns olhos bastante arregalados
Trabalhos
me descem se não tivessem esbugalhados
Com o
porte de um atleta
E
jeito de malandro
Defendo
a minha baliza
Com
afinco que até me espanto
No
meio desta vida dura
Vou
seguindo sem parar
Com
coragem e cabeça
Aprendi
a melhorar
Diogo Monteiro, n.º 7
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O Meu Autorretrato
Fios
cor de avelã
Olhos
como azeitonas
Estatura
não tão baixa como um anão,
mas
nem tão alto como um gigantão.
Orelhas
que dão para ouvir o suficiente
Pés
medianos, que fazem o impossível
Pele
morena o meu estilo de brilhar.
Corajoso
porque não fujo
Trabalhador?
Estou
ciente do que quero alcançar
Focado
sem me desviar
E
assim quero vencer
Sem o
pensamento crítico esquecer
Simpático
e Amigo sei que sou
E tão
fiel que nunca abandono os verdadeiros amigos
Bem
disposto e sempre com sorriso,
Mas às vezes com pouco juízo.
Duarte
Teixeira, n.º8
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Cabelo
castanho e pequeno
Olhos
castanhos como uma castanha
Nariz
pequeno no meio da cara,
Orelhas
pequenas
E uso óculos.
Sou
feliz contente
Mas
também sou triste
Gosto
de um bom sossego
E às
vezes gosto de ficar sozinho
Francisco Fernandes Pinto, n.º9
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De
estatura alta com cabelos morenos
olhos
castanhos mas um sorriso difícil de encontrar
de
riso aberto e de um segredo interior
feliz
por fora mas a aprender a resistir
Hugo Nunes, n.º12
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Sou alto e magro
Cabelo
curto e castanho
Sobrancelhas
definidas
Olhos
escuros e tranquilos
José
Marinho, nº13
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Quem é a Leticia?
Apresento-vos
a Letícia
Uma
menina morena
De
altura mediana
Tem o
cabelo ondulado e comprido
Grandes
passos não são como ela
Pois
tem pés pequenos
Os
olhos são castanhos
Como
as castanhas no S. Martinho
Sempre
alegre
E se
lhe propuserem conversa
Ui! Então,
nunca mais se cala!
Mas
não a chateiem muito, pois
A
paciência dela não é a melhor
E por
vezes,
Parece
que tem um parafuso a menos!
A
Letícia é uma menina alegre
E
sempre pronta a ajudar
Um dia
irão conhecê-la!
Letícia
Azevedo, n.º15
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Retrato de mim
Tenho
cabelo castanho claro
e
olhos da cor do café.
A
minha pele é bem clara,
e
sorrio sempre que der.
Sou
simples e divertida,
gosto
muito da minha vida,
e vivo
feliz todo o dia.
Gosto
de rir e brincar,
mesmo
sem ter razão.
Sou
feliz no meu jeito,
e levo
luz no coração.
Maria
Magalhães, n.º16
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Rapazinho de olhos verdes
Gordinho
de olhos verdes de carão branco,
Bem
servido de pés, meão de cara,
Alegre
de rosto, o mesmo de figura,
Nariz
baixo no meio e sim pequeno.
Para
psicológico,
Sou
quase lógico,
Sou
muito sociológico,
E um
pouco ideológico.
Devoto
para a cozinha,
Quase
sempre,
E
também para os animais.
Eis um
rapazinho em quem brilha pouco talento,
Saíram
dele estas verdades,
Num
dia em que achava uma seca.
Martim
Leite, n.º17
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Magro,
de olhos castanhos
Moreno,
mal servido de pés
Nariz
pequeno cara feliz
E
olhos grandes
Comporto-me
bem
Não
maltrato ninguém
Sou
pacífico
E
tranquilo
Gosto
de desporto
Gosto
de jogar
E
Gosto de brincar com o mano
Sou um
bom filho
Um bom
irmão
E uma
boa pessoa por sinal
Pedro
Pereira, n.º19
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Cabelo
preto como a noite
Olhos
verdes como um jardim
Estatura
média para um adolescente
Pedro Mendes, n.º20

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